Cientistas afirmam que ser obeso pode ser ruim para a sua vida sexual – especialmente se você for uma mulher. Um novo estudo mostrou que as gordinhas têm mais dificuldade de encontrar um parceiro do que mulheres com o peso normal. Mas isso não se repete nos homens – o problema dos caras mais pesados seria as disfunções eréteis.
Outras descobertas na mesma pesquisa mostraram que, ao mesmo tempo em que tem uma vida sexual mais devagar, as gordinhas também possuem maiores chances de ter uma gravidez acidental.
Os especialistas entrevistaram 10 mil homens e mulheres, com idades entre 18 e 69 anos, sobre suas experiências sexuais – depois analisaram os resultados e os compararam com o índice de massa corporal de cada voluntário.
As mulheres obesas tinham 30% a menos de chances de terem feito sexo no ano anterior à pesquisa do que as mulheres de peso normal. Em comparação, os homens obesos e não-obesos tinham um índice muito parecido nessa questão. Isso sugere que as mulheres são mais tolerantes em relação ao peso dos parceiros do que os homens.
A pesquisa também mostrou que, talvez por não terem uma vida sexual tão ativa, as gordinhas não se preocupam tanto com métodos anticoncepcionais e têm quatro vezes mais chances de terem uma gravidez acidental.
As mulheres obesas também têm uma tendência a encontrar namorados do mesmo tipo físico. 70% das gordinhas afirmou ter parceiros que também tinham excesso de peso. No entanto apenas 40% dos gordinhos disse ter uma mulher obesa como parceira.
Fonte: Sexuality and obesity, a gender perspective. Results from French national random probability survey of sexual behaviors. BMJ. 2010;340c2573
sábado, 26 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Áreas de exercício físico de SP estão entre as mais poluídas
Dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) apontam que as área do Parque do Ibirapuera e da Universidade de São Paulo (USP), locais onde as pessoas usualmente se exercitam na capital paulista, estão entre as mais preocupantes em termos de poluição. Elas estão saturadas pela poluição do ar por ozônio e encontram-se na faixa de poluição considerada severa, quando houve grande ultrapassagem do padrão de qualidade do ar.
Fonte: CETESB / Publicado em 18 de Junho de 2010 no Jornal O Estado de São Paulo
Das 32 áreas avaliadas pela CETESB entre 2007 e 2009, apenas duas ainda não estão saturadas pelo poluente, são elas: Marília e Presidente Prudente. A Região Metropolitana da capital paulista também é motivo de preocupação. Entre as 14 estações de monitoramento, dez tiveram poluição severa. Toda a cidade de São Paulo enfrenta concentração crítica deste poluente.
Fonte: CETESB / Publicado em 18 de Junho de 2010 no Jornal O Estado de São Paulo
Assinar:
Postagens (Atom)